terça-feira, 10 de maio de 2011

Sumô X Futebol


E quem disse que os lutadores de sumô não são bons de bola?

quinta-feira, 17 de março de 2011

Institucional agressivo

Vale a pena ver mais de uma vez!

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Lucky Strike


Ainda se exibem comerciais de cigarros por aí!

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Comercial censurado na Itália



Na Itália, a censura tirou do ar este novo comercial do Renault Twingo. O motivo: sedução entre 2 mulheres. Apenas a Sky havia aceitado veicular a propaganda.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Palestra na Academia de Letras de Ibiporã

Tive o prazer de, neste domingo, 28/11, ter sido convidado para apresentar uma palestra na Academia de Letras de Ibiporã, município vizinho a Londrina, PR.

Falei do que gosto: um enfoque sobre a história da propaganda no Brasil.

O tema despertou grande interesse, visto que a cidade fica distante dos grandes centros da atividade publicitária e de certa o enfoque forma se mostrou uma novidade para a maioria dos presentes. Houve intensa participação com perguntas e comentários, o que muito me gratificou.

Afinal, trabalhei em publicidade desde 1957 até 2008 e, junto com a história da propaganda brasileira, tenho muitas histórias e experiências pessoais para partilhar.

Falar sobre propaganda é sempre um enorme prazer.

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Outro comercial "cassado"


Veja só: o Ministério Público Federal instaurou inquérito civil público para investigar irregularidades neste comercial dos Correios veiculado em emissoras de televisão. protagonizado por Falcão, considerado o melhor jogador de futebol de salão e uma modelo, que tira a blusa em frente a várias crianças a pretexto de conseguir um autógrafo do craque.
Para o procurador da República Fernando de Almeida Martins, a participação das crianças, além de "imprópria e inconveniente", viola diversas leis brasileiras, entre elas o ECA, o CDC e a própria Constituição da República.
"A Constituição manda que se observe, na publicidade, o princípio do respeito peculiar da pessoa em processo de desenvolvimento. O CDC considera abusiva toda publicidade que se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança e o ECA contém diversos dispositivos para a proteção dos direitos das crianças e do adolescente, no que diz respeito à sua integridade e valores", observa o procurador.
E você, o que pensa disso? O procurador está certo? O comercial é tão prejudicial assim para as crianças, que hoje estão cercadas de imagens erotizadas por todos os cantos?

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Comercial maluco de carro. Sai da frente!


O carro é o Mini. Mas o resultado, sem dúvida, é máxi! Parabéns às equipes de criação e produção!Uma das cenas é tão empolgante, que a repeti mais uma vez na sequência, para ser bem apreciada.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Publicidade enganosa... mui malandros!


Os dois apresentadores são muito caras-de-pau. Nem conseguiram disfarçar a malandragem. E não é necessário entender o idioma, aparentemente é rumeno. Trata-se de anunciar um afiador de facas, tesouras, etc. Preste atenção na hora em que a apresentadora passa a tesoura "afiada" para as mãos do colega. No Brasil, teriam cassado esse comercial em 24 horas.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Péssima manhã


Comercial "moderninho" explorando os dissabores de um homem sozinho na cozinha. Há quem goste...

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Em discussão a "Nova Lei da Mídia"

O ministro das Comunicações, Franklin Martins, que trabalha desde agosto no projeto para criar um novo marco regulatório da comunicação eletrônica, disse que "vai garantir a concorrência, a competição, a inovação tecnológica, o atendimento aos direitos da sociedade à informação". A proposta pretende, entre outras coisas, incluir as mídias digitais no marco regulatório brasileiro, que data de 1962.
Profissionais da área desconfiam que pode surgir junto da proposta algum artifício que permita o controle social da mídia, o que poderia configurar censura aos meios de comunicação ou mesmo à liberdade de expressão, já que o próprio Lula criticou muito a atuação da mídia, principalmente quando estourou o escândalo com a ex-ministra da Casa Civil Erenice Guerra, quando chegou a acusar a imprensa de "inventar coisas".
O diretor-geral da Associação Brasileira de Rádio e Televisão (ABERT), Luiz Roberto Antonik, concorda com a atualização do marco regulatório, principalmente por conta do surgimento de novas plataformas. "O que a Abert não concorda é com algumas propostas que, por qualquer razão, querem alterar ou influir no conteúdo jornalístico", afirmou. "A ABERT defende com muita veemência a liberdade de expressão e a defesa intransigente da independência do conteúdo pelos jornalistas", mas reconhece que ajustes precisam vir.

domingo, 10 de outubro de 2010

Minhas Histórias da Propaganda (1)

P.A., layoutman dos velhos tempos

Conheci P.A. em 1957, no meu primeiro emprego em agência de propaganda. Eu tinha 16 anos e ele já passara bem além dos cinquenta, calvo, sempre elegantemente vestido, jamais dispensava paletó e gravata. Ao vê-lo sentado atrás da prancheta, víamos um gentleman, um lord inglês.
Sua história de vida era intrigante. Apesar de calado, de poucas palavras, um dia contou-nos que na década de 1930 ganhara uma bolsa de estudos para estudar arte em Paris. Se você já assistiu a filmes que retratavam a Paris daquela belle époque, certamente entenderá a importância de se misturar e conviver com aqueles artistas europeus, inovadores, audaciosos e vanguardistas, aprendendo com exímios mestres.
Para chegar à França, P.A, seguiu de navio. Na época, a viagem provavelmente levava de15 a 20 dias, talvez até mais, caso houvesse paradas em vários portos. Segundo amigos, ao viajar, P.A. era ainda virgem, morava com a mãe. Durante a travessia no mar, algum viajante malandro e certamente gay seduziu-o sexualmente, induzindo-o às práticas sexuais passivas com homens.
Como P.A. jamais sentira anteriormente a sensação de fazer sexo com mulheres, ao voltar para o Brasil alguns anos depois, ele assumira a condição irreversível de pederasta passivo.
P.A. continuou morando com sua mãe, já idosa, no centro da cidade. Em momento nenhum se notava quaisquer atos, gestos ou sinais de que P.A. fosse gay. Na agência onde trabalhávamos, ele sempre se mostrou controlado, educado, ninguém notaria qualquer atitude que colocasse sua masculinidade em dúvida.
Com uma exceção: de tempos em tempos P.A. simplesmente faltava ao trabalho e sumia sem deixar rastos. Não avisava, não dava explicações, ficava três ou mais dias desaparecido. Entrar em contato com a mãe dele era inútil, não havia respostas.
Subitamente, lá estava ele novamente de manhã, no horário de sempre, sentado atrás de sua prancheta. Sem explicações, sem comentários, trabalhando normalmente. Mas todos nós notávamos que ele vinha ferido, machucado, com hematomas pelo corpo, por vezes com curativos no rosto, manchas e feridas que demoravam a desaparecer. Nenhum de nós se atrevia a perguntar qualquer coisa.
Somente muitos e muitos anos depois, quando eu já tinha mais idade, fiquei sabendo como é que os pederastas eram tratados naquela época. Os homens com quem os pederastas saíam exigiam dinheiro, jóias, roupas e se aproveitavam ao máximo da condição de suas vítimas. Não era raro aparecer no noticiário o assassinato de um deles, geralmente na própria residência, quando o algoz chegava a saquear todos os objetos de valor. Foi o que sucedeu com o irmão de um amigo meu, um pederasta, médico, rico, inteligente, que foi brutalmente assassinado e roubado no seu apartamento.
P.A. teve sorte, nunca se deparou com um assassino pela frente. Pelo menos até o dia em que fui trabalhar em outra agência de propaganda, pois nunca mais o vi ou ouvi falar dele. Sua discrição fez com que desaparecesse rapidamente da minha vida.

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Filme da Nissan denunciado no Conar


Veja como é fácil enfiar os pés pelas mãos: este filme da Nissan, que mostra supostos dirigentes da GM, Honda e Fiat ameaçando matar seus engenheiros por eles não conseguirem os mesmos resultados do Livina no mercado, foi denunciado pela GM no Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária). O comercial cita os modelos Idea (Fiat), Honda Fit e Meriva (General Motors), todos concorrentes do Livina, da Nissan. A montadora mostra supostos dirigentes das empresas concorrentes tentando acertar um alvo com bolinhas. O acerto levaria os engenheiros das montadoras direto para tanques (um com tubarão; outro em chamas; e o último, cheio de ácido). Durante a tentativa de acertar o alvo, os executivos questionam os engenheiros pelo fato de não terem conseguido o mesmo resultado do Livina no mercado. O último engenheiro a aparecer (o da Fiat), chama o executivo de "porpeta" e diz que ele não consegue nem acertar o alvo.
O comercial foi criado pela Lew'Lara/TBWA.
(do site Acontecendo)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Finalmente, um comercial simpático!


Além de simpático, um raríssimo comercial muito bem feito. Objeto raro nos últimos tempos.

sábado, 25 de setembro de 2010

Propaganda enganosa é perigosa!

A Pilbra - Programa Integral de Leitura para o Brasil Ltda., foi condenada pela justiça do Rio Grande do Sul ao pagamento de indenização a um aluno, por divulgar propaganda enganosa. A empresa fazia crer que qualquer pessoa poderia ler 200 páginas em 20 minutos com capacidade total de compreensão. O que, para a justiça, trata-se de puro charlatanismo. Ler, por exemplo, um livro de história infantil ou um romance em menos de meia hora e compreendê-lo totalmente, diverge da capacidade de compreensão de um livro de, Hans Kelsen ou Pontes de Miranda, como citou a sentença;
Inseri esta notícia neste blog para lembrar que, segundo o disposto no art. 20, inciso II, do Código de Defesa do Consumidor, o fornecedor de serviços responde pelos vícios de qualidade que os tornem impróprios ao consumo ou lhes diminuam o valor, assim como por aqueles decorrentes da disparidade com as indicações constantes da oferta ou mensagem publicitária.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

As dez marcas mais valiosas do mundo

Foi publicada a 11ª. edição do ranking das 100 Marcas Globais Mais Valiosas. Metade pertence a empresas de tecnologia nas áreas de computação e serviços de internet.
Se você imagina que a publicidade não tem nada a ver com isso, tente descobrir o valor das verbas investidas por cada empresa para chegarem ao top.

1. Coca-Cola: US$ 70,4 bilhões
2. IBM: US$ 64,7 bilhões
3. Microsoft: US$ 60,8 bilhões
4. Google: US$ 43,5 bilhões
5. GE: US$ 42,8 bilhões
6. McDonald´s: US$ 33,5 bilhões
7. Intel: US$ 32 bilhões
8. Nokia: US$ 29,4 bilhões
9. Disney: US$ 28,7 bilhões
10. HP: US$ 26,8 bilhões

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Grande sacada da KLM

No Aeroporto de Manchester, uma ação publicitária da KLM que intrigou a todos e obviamente chamou muito a atenção. Quem viu o homem sentado deu tratos às bolas para imaginar como isso seria possível. Foi uma forma de divulgar o espaço e a comodidade nos voos da empresa.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Hora de dormir

Comercial de 1962. Uma geração inteira de crianças ia para a cama pontualmente, todas as noites, induzida pela musiquinha inconfundível de Cobertores Parahyba.

Do fundo do baú: inauguração do Anhembi

Foi em 1970 que Caio de Alcântara Machado inaugurou o Palácio de Exposições do Anhembi, em São Paulo, o maior espaço para feiras e eventos da América Latina. Até lá, as feiras realizavam-se nos pavilhões do Parque do Ibirapuera, criados por Oscar Nemayer para as comemorações do IV Centenário da cidade, em 1954.
Minha agência de propaganda estava presente à inauguração, que se deu com o Salão do Automóvel. Naquele ano, montamos o stand da foto para nosso cliente Sifco S.A., que naquela década entraria no ranking das cem maiores empresas brasileiras.
O stand foi criado pelo arquiteto Martin Tresca utilizando formas em cubos; os cubos suspensos iluminavam com várias cores os produtos expostos sobre os cubos abaixo, dando belos efeitos de luz e brilhos. A Sifco fabricava forjados e usinados para a indústria automobilística.
Nossa agência foi responsável por dezenas de montagens de stands de clientes, nas feiras UD (Feira de Utilidades Domésticas), Eletro-Eletrônica, Fetag e em vários outros Salões do Automóvel.
No Salão do Automóvel de 1972, minha agência estava supervisionando a montagem de cinco stands de clientes, quando 24 horas antes da inauguração recebemos ordens expressas para evacuar imediatamente o Palácio das Exposições. Operários que eventualmente estavam do lado de fora tomando um café ou o seu lanche, foram impedidos de retornar, deixando roupas, pertences e documentos do lado de dentro. A razão foi ditatorial: o presidente do Brasil da época, General Figueiredo, viria visitar o Salão no dia seguinte e sua equipe de segurança viera passar um pente fino no Anhembi para "evitar atentados", a paranoia da época.
Efetivamente, apenas após a visita do presidente ao Salão no dia seguinte, os portões foram abertos para que os operários voltassem à carga, para tentar entregar os stands inacabados pela interrupção.
Nossos cinco stands não ficaram prontos na hora da inauguração oficial. Nem preciso comentar tudo o que ouvi dos clientes, inconformados com a situação.
Ex-chefe do SNI, o general Figueiredo certamente foi o menos cortês de todos os presidentes do período militar; frases ríspidas e gafes foram recorrentes em seu governo.