segunda-feira, 3 de setembro de 2018

Empregado infeliz. Acredite se quiser!


Dream Job (emprego dos sonhos). Empresa de colocação de empregados sugere que os candidatos optem pelo emprego que os façam mais felizes. Não é o caso deste "pobre coitado"... 

terça-feira, 28 de agosto de 2018

Coisas da idade...

Comercial muito bem-humorado criado para clínica oferecendo testes oftalmológicos gratuitos a aposentados.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

quinta-feira, 16 de agosto de 2018

Veículos "furando" agências


Na legislação da propaganda brasileira, todos os veículos de comunicação devem oferecer seus preços de tempo e espaço publicitário exatamente iguais tanto para as agências como para os clientes. Esta legislação visa proteger os interesses das agências, que mantêm estruturas caras e são obrigadas a cobrir custos exatamente para atender aos seus clientes. Além disso, a lei procura proteger a propriedade intelectual da criação publicitária, evitando que as empresas, ao eventualmente romperem os contratos com as agências, continuem se utilizando das suas peças publicitárias, enviando suas criações diretamente aos veículos de comunicação.
Entretanto, nem sempre a lei é cumprida.
Nossa agência já passou por várias situações em que veículos de comunicação descumpriram a legislação.
Um dos casos mais marcantes ocorreu com um cliente que atendíamos por mais de 30 anos. O diretor com o qual tratávamos e com quem criáramos laços de amizade decidiu afastar-se das atividades e nomeou sua filha para a direção.
Pois em uma de nossas visitas à empresa, lá estava um contato de revista conversando com a nova diretora. Para surpresa nossa, ele acabara de oferecer uma campanha de anúncios diretamente à empresa, já com o desconto de agência.
Foi aí que a filha recentemente nomeada e com absoluto desconhecimento das relações cliente/agência/veículos julgou que nossa agência até então cobrara um sobrepreço e não acreditou nas nossas explanações.
Ela nunca mais chamou nossa agência, rompendo nossos vínculos.
Nós deveríamos ter processado a revista por descumprimento da legislação, além de requerer indenização por perdas e danos. 
Não o fizemos.

terça-feira, 14 de agosto de 2018

Literatura e publicidade: primos entre si


Este blogueiro falou da interação entre literatura e publicidade na Academia de Letras, Ciências e Artes de Londrina. Escritores famosos deram sua contribuição em velhos "reclames", e continuam a participar na criação de anúncios e outros materiais publicitários

(Ligue o som e veja em tela inteira)

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Quem copiou quem?

Em Londrina, dois supermercados apresentam uma série de comerciais praticamente idênticos: o primeiro nos traz uma dona de casa loirinha e o segundo, nos mesmos moldes, nos apresenta uma morena. Até as vozes são similares.



quarta-feira, 18 de julho de 2018

O "cai-cai" de Neymar aproveitado em Portugal

O "cai-cai" de Neymar parece ter novas utilidades: pois o Instituto Nacional de Emergência Médica - INEM de Potugal fez uma publicação em sua página no Facebook com uma foto do jogador brasileiro Neymar alertando sobre o número de chamadas de emergências falsas. Ao lado de uma foto do atleta em um jogo da Copa do Mundo, o instituto destacou que "75,8% das chamadas para o 112 também não são emergências".
Afinal, as artimanhas de Neymar viraram um serviço de utilidade pública...

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Um velho comercial do Fusca

A Volkswagen precisava mostrar que sim, cabia muita bagagem no Fusca 1300, além dos passageiros.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

O adgênzia dos trres letrrrinhas


Caro leitor, não estranhe esta forma de escrever o título. Foi assim mesmo que um cliente se referiu a uma agência de propaganda, que resultou numa história meio complicada. O diretor de relojoaria cuja marca era conhecida internacionalmente ligou-me para marcar uma reunião com seu presidente, pois estavam à cata de uma agência de propaganda para divulgar seus produtos. Parece que tinham rompido com a agência anterior.

Lá fui eu para a reunião. A loja ficava no Centro de São Paulo, na Rua Barão de Itapetininga, à época uma região chique e com empresas de gabarito. Após o habitual chá de cadeira que me impingiam, fosse pelo acúmulo de compromissos das pessoas, fosse para se darem importância como "big bosses", fui chamado à sala do presidente, um suíço de forte sotaque alemão:

Perguntou-me ele: 

- A senhorrr é daquele adgenzia  dos trres letrrrinhas, ZDP, BDZ, TBZ...?

- O senhor se refere à agência DPZ? Não, aqui está o cartão da minha agência. Mas pelo visto não tenho nada a fazer aqui, já que a minha agência é outra. Obrigado, prazer em conhecê-lo, mas acho melhor me retirar! 

- Não, não, a senhorrr fica! Eu prrrrecisa de serviços urrgentes parrra meu emprrrresa.

Então, eis a surpresa: o homem era o dono não só daquela relojoaria chique, mas de três empresas e necessitava de um serviço urgente inicial para uma delas, ligada à indústria automobilística. Seria uma criação a título de teste, um anúncio para edição especial da Revista Manchete (quem se lembra dela?) com prazo apertadíssimo, como sempre acontece. Tipo para ontem antes do almoço...

Muito bem: nossa agência criou o layout, corri para apresentá-lo, foi aprovado – uma vitória – e mandamos elaborar o rotofilme (esse era o material que a Manchete usava para gravar suas chapas de impressão) que foi em seguida encaminhado para a revista, que à época estava na “Casa da Manchete”, enorme mansão construída em 1931 pelo ex-ministro Horácio Lafer na zona dos Jardins, em São Paulo e utilizada por Adolpho Bloch, o proprietário do Grupo Manchete. 

No dia que a revista foi para as bancas, corri cedinho para comprar a edição, ansioso por ver se nosso trabalho ficara a contento. E a decepção: o anúncio não fora publicado. Mil ligações para cá e para lá, descobrimos que o encarregado de enviar os materiais de São Paulo ao Rio de Janeiro, onde se localizava a gráfica da Manchete, simplesmente esquecera o rotofilme em uma das gavetas.

Não demorou para eu receber o telefonema fatal do cliente: ele ameaçou processar-me por perdas e danos, já que a publicação do anúncio naquela edição especial era de suma importância para a empresa. Passei a bola para o pessoal da Manchete e eles que assumissem seu erro.

Não fui processado. Mas perdemos o cliente, na verdade multiplicado por três, o número de suas empresas. Poderia ser a minha vez de processar a Manchete, mas não o fiz.

Ah! Antes tivesse o empresário chamado o ‘adgênzia dos trres letrrrinhas’. Roberto Duailibi (o "D' da agência, junto com os sócios Petit e Zaragosa) que se virasse com o pessoal da Manchete e o Adolpho Bloch!

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

...e os americanos ficaram bravos!


Ontem assisti (novamente) ao filme "Invasão à Casa Branca", o que me fez lembrar do anúncio acima que minha agência criou e veiculou no começo da década de 1970.
O cliente era a Sifco S.A., forjaria com sua fábrica em Jundiaí, SP. À época eles fecharam um grande contrato de exportação para os Estados Unidos e nos pediram para tratar da divulgação. Criamos o anúncio e o veiculamos em várias revistas, inclusive na velha Manchete.
Em seguida, a empresa nos solicitou que publicássemos o anúncio traduzido para o inglês em revista especializada nos Estados Unidos, o que foi feito com o título "We are now invading the USA".
Pois cerca de duas semanas depois eu fui convidado pelo presidente da empresa para uma festança de casamento nas dependências do Jocquei Clube em São Paulo, quando no meio da festa fui procurado por um americano, que provocou um diálogo meio surreal em inglês. Ele era o presidente da empresa que importara os produtos, também convidado para o casamento.
Em resumo, após eu confirmar que fora a minha agência que produzira e veiculara o anúncio, disse-me ele muito bravo que "os Estados Unidos jamais admitiriam qualquer tipo de invasão no seu país", mesmo que fosse da forma descontraída apresentada pelo anúncio.
Imagino que após mais de 40 anos os americanos mudaram de ideia. Caso contrário, jamais permitiriam que o filme "Invasão à Casa Branca" fosse produzido.

Criação: Julio Ernesto Bahr / Foto: Estúdio Sergio Jorge

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Sensualidade é aqui mesmo!


Este deve ser um dos mais sensuais comerciais já produzidos. Aqui a atriz Charlize Theron mostrou a que veio... a Casa Dior acertou em cheio!



E aqui uma paródia muito bem feita e bastante engraçada do mesmo comercial.  Ao clicar, o programa vai lhe solicitar assistir no YouTube. Vale a pena!

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

Seu sonho é se tornar redator publicitário?


Publicidade é o império dos criativos.
Se você se julga um deles e pretende focar sua criatividade na escrita de textos, não deixe de ler o livro "Palavras Poderosas" do experiente Victor B. Gouvêa, com larga vivência como redator e diretor de criação em agências de propaganda de São Paulo, Brasília e Londrina.
O livro contém 36 ferramentas para novos redatores e criativos publicitários, com dicas de "como fazer" e de lambuja, "como ser contratado" por uma agência. 
Vale a pena ler!
Você encontra o livro em Londrina nas Livrarias Curitiba do Catuaí Shopping e na Livraria Paperi, na Rua Paes Leme.

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

De publicitário a Acadêmico


Quem diria?
Dediquei 53 anos da minha vida à publicidade, profissão na qual comecei aos 16 anos, em São Paulo.
Trabalhei em várias agências de propaganda, começando como aprendiz e posteriormente assistente de estúdio, "paste-up man", layoutman, diretor de arte, redator, contato  e gerente de propaganda em duas empresas, uma delas multinacional alemã, até finalmente operar com minha própria agência por 41 anos.
Fui desde muito cedo atraído pela leitura: a biblioteca dos meus pais e da minha irmã mais velha ia acumulando livros e mais livros e eu os lia avidamente - muitos deles, escondido, pois eles me alertavam de que tais e tais obras "não eram apropriadas para a minha idade".
Na década de 1990 grandes mudanças ocorreram na minha vida: das artes e redação publicitária, meu interesse foi dando uma guinada para a escrita - se bem que criação publicitária e literatura sempre estiveram interligadas. 
Muitos escritores citam os nomes de autores famosos como seus "musos" inspiradores. Curiosamente, no meu caso, a motivação surgiu desde adolescente ao ler os contos de uma revista mensal, a Ellery Queen Mistério Magazine, que era especializada em publicar as chamadas "short stories" - contos policiais curtos, de vários autores, alguns deles renomados, como Arthur C. Clark, Isaac Asimov e Agatha Cristie. 
Eu achava incrível a forma de concisão, os textos enxutos que apresentavam começo, meio e fim - em geral com um final totalmente inesperado. A revista era publicada pela Editora Globo, mas como muitas outras publicações, acabou sumindo do mercado. Lamentavelmente! Veja no link: 


Pois foi a criação de contos que adotei como gênero literário. Comecei participando de vários concursos literários e abocanhando uns premiozinhos cá e lá. Aqueles contos que eu inscrevera em alguns dos concursos acabaram se somando e compondo meu primeiro livro, lançado em 2005 na cidade de Londrina, onde eu chegara no ano anterior. 
Dez anos depois, lancei meu segundo livro de contos, com uma nova safra de histórias curtas, seguindo o mesmo estilo - o meu estilo. Ambos os livros foram patrocinados pela Secretaria da Cultura de Londrina.
Em 2012, fiquei extremamente honrado ao ser convidado para assumir a cadeira 33 na Academia de Letras, Ciências e Artes de Londrina, que eu começara a frequentar no ano do lançamento do meu primeiro livro.
Da publicidade à literatura, das agências de propaganda em São Paulo à Academia de Letras em Londrina. São os imponderáveis da vida. 
Ainda bem que ocorrem!

segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Quase igual a Smith X Smith


Um comercial diferente da Toyota que lembra a "guerra" dos Smith (Brad Pitt X Angeline Jolie). Tudo por causa do Toyota RAV4.
Um comercial bastante criativo,vale a pena ser visto.

Como criar um comercial de cerveja diferenciado

Lá fora do Brasil parece que há publicitários mais criativos do que aqui quando se trata de bolar um comercial de cerveja. Veja só como a Heineken criou um comercial inventivo e agradável.


(Cortesia do publicitário Victor Gouveia, meu amigo aqui de Londrina)

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

O Boticário e uma criação diferenciada




O Boticário preparou este comercial "Acredite na Beleza", criação da agência AlmapBBDO, que mostra três casais em processo de separação. As razões para as separações foram várias - provavelmente nenhuma delas muito grave: acomodação, falta de desejo, tédio... O Boticário fez a oferta de deixar as mulheres mais bonitas, bem produzidas, na hora de assinarem os papeis do divórcio. Veja a reação dos ex-maridos, que esperavam se deparar com retratos de mulheres em prantos, desiludidas, acabadas... e se depararam com umas "gatas" que eles nem reconheciam. 
Nem tudo está perdido na criação publicitária...

Comercial da Harley Davidson


Este comercial da Harley Davidson foi produzido no começo deste ano. Talvez seja o mais divertido até aqui produzido. 


sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Anúncios com muito ou pouco texto?


Há um consenso entre o pessoal da comunicação de que os brasileiros leem cada vez menos e por isso mesmo os textos publicitários deveriam ser extremamente enxutos.

Na contramão desta "verdade", minha agência produziu, ainda na década de 1990, o anúncio acima para uma pequena agência de viagens em São Paulo. Como a empresa jamais havia se promovido através de uma divulgação profissional, julgamos que teríamos de fazer uma espécie de "apresentação" dos seus serviços. Eles já haviam negociado espaço de uma página em uma revista de pequena tiragem que circulava no bairro do Itaim. (Esses fechamentos diretos eram muito comuns quando se tratava de empresas pequenas).

Surpreendentemente, no mesmo dia em que a revista foi distribuída com o anúncio publicado, um cliente entrou na loja, sentou-se frente ao diretor e perguntou se tudo o que lá estava escrito era verdadeiro. Ao receber a confirmação, o cliente fechou um pacote de cerca de US$10 mil em viagens e serviços, prometendo voltar para comprar outros pacotes destinados à sua família.

O anúncio deu excelentes resultados para a agência de viagens, mas acabou deixando no ar aquela velha polêmica: os textos publicitários devem ser bem explicativos ou apenas enxutos?

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Memória: realizações da Julio E. Bahr Propaganda

Eis um dos "cases" de marketing publicitário preparados e criados por minha agência de propaganda, que foi muito bem sucedido. 

Nosso cliente à época, a Sifco S.A., fechou contratos de fornecimento de forjados para a Fiat Automóveis quando ela se instalou no Brasil e, exatamente no dia 9 de julho de 1976, a planta da montadora era inaugurada em Betim.


Naquela manhã, os maiores jornais do Brasil (Estadão, Folha de São Paulo, O Globo, Estado de Minas) publicavam o anúncio acima desejando as boas-vindas à nova empresa.


A diretoria da Fiat ficou bem mexida com a mensagem que, com toda certeza, colaborou para o estreitamento das relações comerciais com a Sifco.


Não custa lembrar: na década de 1970 ainda não havia computadores com programas gráficos e as criações e execuções eram elaboradas na prancheta.


Várias ações deste gênero foram desenvolvidas por minha agência para a Sifco, que começamos a atender ainda em 1969, pouco tempo depois do início das atividades ligadas à indústria automobilística. Lá pelo final da década de 1970 a Sifco passava a figurar entre as 100 maiores empresas brasileiras.


No começo da década de 1990 a Sifco S.A. foi vendida para a Acesita, que possuía um departamento de propaganda próprio, deixando de ser nosso cliente. 

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Recebendo bônus por cada ligação

A operadora de telefones móveis inglesa Comwiq decidiu oferecer um bônus de 2 pences (cerca de 10 centavos de real) para cada ligação recebida pelos seus usuários. A fórmula de comunicar a promoção não foi das mais usuais...