sábado, 22 de agosto de 2015
quinta-feira, 30 de julho de 2015
Tá difícil o seu cliente aprovar a campanha?
Se o seu Departamento de Criação não anda trabalhando a contento... há sempre outra grande sacada para aprovarem a campanha da sua agência.
Toni Ramos e Danielle Winits explicam...
terça-feira, 28 de julho de 2015
Comerciais divertidos da DHL
DHL é uma empresa de envio de encomendas; aqui, dois comerciais muito bem produzidos e bem-humorados.
quinta-feira, 16 de julho de 2015
segunda-feira, 13 de julho de 2015
sábado, 11 de julho de 2015
Traição conjugal... quem traiu quem?
Pois é... na Alemanha alguns comerciais são bem mais agressivos. Este incentiva as pessoas a frequentarem o teatro.
Etiquetas colantes
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Garotas disponíveis?
Outra patinada do governo e da agência de propaganda responsável: pretendendo criar um comercial mostrando as bobageiras que se cometem quando as pessoas (neste caso, um rapaz) enchem a cara, transformaram a garota Aninha numa simples “mulher-objeto”, disponível para qualquer um que queira beijá-la… e tudo o mais. Nota zero para este comercial!
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015
Outro comercial de cerveja nota zero
Sim, a nova safra de "criadores" publicitários parece que perdeu o senso do "simancol", do ridículo.
Provavelmente haverá gente que achará este comercial da Itaipava "engraçadinho". Mas esta é mais uma produção de extremo mau gosto, uma demonstração de absoluta falta de ideias, chegando à beira do pornográfico.
Não que eu seja um puritano - quem o é, hoje em dia? - mas teria vergonha de propor um comercial desta laia a algum cliente.
Já imaginou o "criativo" deste comercial chegar em casa, chamar sua filha adolescente e perguntar a ela: " Filhinha, o que você acha deste comercial que seu papai criou"?
quarta-feira, 14 de janeiro de 2015
Mini-carro: vantagens e desvantagens
O Smart For Two escancara neste comercial suas desvantagens: ele não é nem um pouco competitivo fora dos centros urbanos. Mas na hora de encontar uma vaga para estacionar, é imbatível. Poucos comerciais gostam de divulgar as desvantagens de um produto. Não foi o caso deste.
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
Um comercial muito especial para mim
O criador e Diretor de Arte deste desenho animado foi o italiano radicado no Brasil, Mário Lantana. Uma das características de Mário era desenhar as figuras com apenas quatro dedos em cada mão. E eu, ainda bem jovem, fiz parte da equipe de artefinalistas dessa produção.
O ponto de partida era a trilha sonora: cada figura do fotograma precisava ser desenhada de acordo com o texto ou a canção, coordenando os movimentos labiais e corporais.
Naquela época pré-computador, cada fotograma era previamente desenhado em papel transparente, que possuia dois furos-guias, para ser encaixado em uma prancheta. A prancheta era a base para todo o processamento posterior. Em seguida, os artefinalistas (como eu) copiávamos os desenhos-traço sobre um acetato, à nankin. Desenho feito, o acetato era invertido e nas suas costas eram pintadas as cores das roupas, mãos, corpo, produto, etc., à guache. Esse processo parecia uma linha de produção: os acetatos iam passando de mão em mão pela equipe de artefinalistas, um pintava a blusa com determinado tom de cinza, outro pintava a saia com outro tom mais escuro, outro o terno, e assim por diante.
Este desenho animado do Leitesol foi produzido em preto-branco e utilizamos várias tonalidades de cinza, além dos traços pretos. A etapa seguinte consistia no acabamento do comercial, filmado quadro à quadro sobre o fundo.
Este comercial, se bem me lembro, incorporou mais de 1000 desenhos de figuras, desenhadas e pintadas uma à uma e levou cerca de cinco meses para sua conclusão.
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
Do que eu escapei!
O Daily Mail, jornal chinês, nos deu conta de que um publicitário chinês de 24 anos morreu após uma jornada fatigante de trabalho, em Pequim.
Li Yuan trabalhava na agência Ogilvy & Mather China. Segundo o jornall, o publicitário estava trabalhando até as 23 horas todos os dias, há um mês. No dia do colapso, ele teve um ataque de choro por volta das 17h (horário local), caiu e teve um ataque cardíaco fulminante. Levado ao Peking Union Medical College, ele já chegou em óbito.
Para quem acha que a profissão de publicitário é apenas glamurosa, com os homens sempre rodeados de mulheres lindas, circulando com carrões, roupas de grife e posando nas fotos de colunas sociais, esta historinha chinesa está colocando os pontos nos is. Eu mesmo perdi a contagem de quantos e quantos dias estiquei o trabalho até as primeiras horas da madrugada seguinte para terminar campanhas de clientes; quantos chás de cadeira tomei aguardando um cliente prepotente me atender em sua sala de mandonismo; de quantos congestionamentos enfrentei no pesado trânsito paulistano, angustiado para não chegar atrasado a uma reunião; de quantos “chapéus” financeiros sofri dos maus pagadores; de como foi difícil enfrentar a inflação desenfreada que dominava o Brasil, corrompendo nossos ganhos e fazendo o faturamento virar pó, dificultando inclusive o pagamento de salários dos funcionários; de quantas campanhas foram criadas à-toa, descobrindo que éramos apenas os bois de piranha para justificar o trabalho de outra agência já previamente escolhida (tipo cunhado do presidente da empresa).
Publicidade não é para os fracos. Além de criatividade, ideias, arrojo, coragem e capacidade de realizações, a profissão exige físico e mente muito fortes. Ou se sucumbe exatamente como o infeliz chinês Li Yuan.
Li Yuan trabalhava na agência Ogilvy & Mather China. Segundo o jornall, o publicitário estava trabalhando até as 23 horas todos os dias, há um mês. No dia do colapso, ele teve um ataque de choro por volta das 17h (horário local), caiu e teve um ataque cardíaco fulminante. Levado ao Peking Union Medical College, ele já chegou em óbito.
Para quem acha que a profissão de publicitário é apenas glamurosa, com os homens sempre rodeados de mulheres lindas, circulando com carrões, roupas de grife e posando nas fotos de colunas sociais, esta historinha chinesa está colocando os pontos nos is. Eu mesmo perdi a contagem de quantos e quantos dias estiquei o trabalho até as primeiras horas da madrugada seguinte para terminar campanhas de clientes; quantos chás de cadeira tomei aguardando um cliente prepotente me atender em sua sala de mandonismo; de quantos congestionamentos enfrentei no pesado trânsito paulistano, angustiado para não chegar atrasado a uma reunião; de quantos “chapéus” financeiros sofri dos maus pagadores; de como foi difícil enfrentar a inflação desenfreada que dominava o Brasil, corrompendo nossos ganhos e fazendo o faturamento virar pó, dificultando inclusive o pagamento de salários dos funcionários; de quantas campanhas foram criadas à-toa, descobrindo que éramos apenas os bois de piranha para justificar o trabalho de outra agência já previamente escolhida (tipo cunhado do presidente da empresa).
Publicidade não é para os fracos. Além de criatividade, ideias, arrojo, coragem e capacidade de realizações, a profissão exige físico e mente muito fortes. Ou se sucumbe exatamente como o infeliz chinês Li Yuan.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Embalagens ilusionistas
Adoro cappuccino! Semanalmente lá vou eu em busca de um potinho para matar minha vontade.
Mas, ó desilusão: o conteúdo do produto em pó é muito menor
do que a embalagem. Falta um bocado do produto para preencher os espaços vazios. Aí parei para pensar a respeito: alguns produtos provavelmente exigem uma
área maior dentro da embalagem por causa de possíveis expansões, dilatações ou
fenômenos explicados pela física, tipo mudança de temperatura ou mutações
causadas no transporte.
Porém, cappuccino em pó? A maioria dos potes produzidos por
fabricantes diferentes têm o mesmo tamanho – e todos eles indicam o mesmo peso
do conteúdo: 200g. Então, como explicar que sobra tanto espaço dentro dos potes
(vide foto, clicada logo após a abertura da embalagem)?
Provavelmente alguns produtos estão lançando novo modismo:
para não chamarmos essa artimanha de embalagens enganosas, prefiro chama-las de
embalagens ilusionistas. Elas fazem parecer que existe muito mais produto
dentro do pote. Tipo artimanhas do falecido Houdini. Ou do atual Dynamo.
É uma pena. Quando a gente passa a se sentir um trouxa,
geralmente mudamos de hábitos. Creio que está na hora de trocar minha vontade
de tomar cappuccino por outro vício qualquer. Só para não me sentir enganado.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Tá de brinqueichon uite me, Pelé?
Esta saiu no portal Acontecendo Aqui (SC): “Mais uma ação na rede que explora o lado comédia do treinador de futebol, Joel Santana. Desta vez é uma ação do xampu Heads&Shoulders da P&G que acontece num “talk show” pilotado por Joel entrevistando o Rei Pelé; este não consegue completar uma frase, numa alusão ao estilo Jô Soares de uns anos atrás, quando só ele falava nas entrevistas. O inglês do Joel Santana está cada vez mais brasileiro…”
O comercial foi criado pela Africa, agência de publicidade brasileira de Nizan Guanaes e que recebeu nesta segunda-feira o título de agência internacional do ano pela revista americana Advertising Age, considerada uma das mais importantes do setor. O comercial certamente ajudou a “faturar” o prêmio.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Propaganda, o negócio da alma
Em uma palestra que proferi há algum tempo, brinquei com o chavão tão batido e usado por tanta gente de que “a propaganda é a alma do negócio”.
Neste Século XXI eu preferi alterar a frase e transformá-la em “a propaganda é o negócio da alma”. Pois hoje, nas grandes agências de propaganda, diferentemente dos publicitários da minha geração, existe a participação de profissionais com outra formação acadêmica além da publicitária, que trabalham ou colaboram na criação das caríssimas campanhas publicitárias. Somando-se à tradicional dupla redator-diretor de criação, além dos exímios profissionais nas áreas das novas tecnologias de imagem, som e comunicações, hoje são sociólogos, psicólogos, neurolinguistas, estudiosos da mente humana, pesquisadores de mercado, entre outros, que se ocupam com a identificação exata do consumidor ao qual se destina determinado produto. São especialistas que vasculham minuciosamente o perfil, gostos, desejos, idade, sexo, sentimentos ocultos das pessoas… e conseguem, figurativamente, até invadir as suas almas.
É muito difícil tecer uma avaliação sobre a criatividade publicitária ao longo dos tempos. Há case stories que marcaram época na publicidade brasileira. Desde os primeiros anúncios do Fusca, o garoto Bom Bril, o primeiro sutiã, os primeiros comerciais a cores… seria uma lista infindável e estafante colocá-la neste post. Há vários outros blogs que tratam do assunto. Vimos campanhas que introduziram novos conceitos, novos produtos, novos hábitos e costumes no consumidor brasileiro, na mesma velocidade da evolução tecnológica e científica – sem que a gente se desse conta da importância que isso representou.
Com o aumento da competitividade e da concorrência, aumentam cada vez mais as exigências em relação às agências de propaganda. Foi-se o tempo em que as empresas estabeleciam apenas pró-forma o percentual de verba para “despesas de publicidade”. Hoje, verba virou budget que é analisada cientificamente, destinando-se não mais às “despesas”, mas sim ao investimento publicitário. Cada produto tem suas peculiaridades, seu mercado específico e seu potencial de vendas antecipadamente analisado.
Se a frase feita continua sendo “a propaganda é a alma do negócio”, para os especialistas “a propaganda tornou-se o negócio da alma”. E cá entre nós, para as agências, “o negócio é a alma da propaganda”.
Neste Século XXI eu preferi alterar a frase e transformá-la em “a propaganda é o negócio da alma”. Pois hoje, nas grandes agências de propaganda, diferentemente dos publicitários da minha geração, existe a participação de profissionais com outra formação acadêmica além da publicitária, que trabalham ou colaboram na criação das caríssimas campanhas publicitárias. Somando-se à tradicional dupla redator-diretor de criação, além dos exímios profissionais nas áreas das novas tecnologias de imagem, som e comunicações, hoje são sociólogos, psicólogos, neurolinguistas, estudiosos da mente humana, pesquisadores de mercado, entre outros, que se ocupam com a identificação exata do consumidor ao qual se destina determinado produto. São especialistas que vasculham minuciosamente o perfil, gostos, desejos, idade, sexo, sentimentos ocultos das pessoas… e conseguem, figurativamente, até invadir as suas almas.
É muito difícil tecer uma avaliação sobre a criatividade publicitária ao longo dos tempos. Há case stories que marcaram época na publicidade brasileira. Desde os primeiros anúncios do Fusca, o garoto Bom Bril, o primeiro sutiã, os primeiros comerciais a cores… seria uma lista infindável e estafante colocá-la neste post. Há vários outros blogs que tratam do assunto. Vimos campanhas que introduziram novos conceitos, novos produtos, novos hábitos e costumes no consumidor brasileiro, na mesma velocidade da evolução tecnológica e científica – sem que a gente se desse conta da importância que isso representou.
Com o aumento da competitividade e da concorrência, aumentam cada vez mais as exigências em relação às agências de propaganda. Foi-se o tempo em que as empresas estabeleciam apenas pró-forma o percentual de verba para “despesas de publicidade”. Hoje, verba virou budget que é analisada cientificamente, destinando-se não mais às “despesas”, mas sim ao investimento publicitário. Cada produto tem suas peculiaridades, seu mercado específico e seu potencial de vendas antecipadamente analisado.
Se a frase feita continua sendo “a propaganda é a alma do negócio”, para os especialistas “a propaganda tornou-se o negócio da alma”. E cá entre nós, para as agências, “o negócio é a alma da propaganda”.
Imagem: www.stormy.org
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
E-mail Marketing: condenado?
Em artigo publicado no site “Acontecendo”, de Santa Catarina – ao meu ver um dos melhores sites sobre publicidade no Brasil – a articulista Kedma Lage Carvalho procurou apresentar caminhos para produzir corretamente um e-mail marketing, que ela considera poderosa ferramenta de vendas.
Segundo Kedma, atualmente, 90% das empresas realizam ações de Marketing Digital, sendo 80% de e-mail marketing. Ela cita também estudo realizado pela SeeWhy Software, de maio de 2011, que indica e-mail marketing como a principal fonte de tráfego ao carrinho de compras de diversos sites de e-commerce nos Estados Unidos, com base em 60 mil transações concluídas.
Em seguida, a articulista sugere caminhos que, segundo ela, tornam extremamente eficientes as vendas de e-commerce, com baixo custo e alto retorno.
O site aceitou e publicou comentário que enviei a respeito do e-mail marketing. Que reproduzi a seguir:
Tudo indica que o E-mail Marketing está condenado. A absoluta falta de critérios (como apontados pela articulista), o crescimento geométrico desta recente forma de comunicação e o tempo cada vez mais curto dos receptores estão jogando literalmente na lixeira praticamente TODOS os e-mails que contenham qualquer insinuação publicitária. A remessa desordenada de e-mails que se escondem atrás de siglas inidentificáveis e codificadas dos remetentes, impedindo inclusive o bloqueio destes indesejáveis, está levando o consumidor a pesquisar de per si os produtos que almeja comprar, acessando diretamente as lojas virtuais e dispensando "recomendações", "ofertas", "promoções", etc., oferecidas por e-mails muitas vezes suspeitos.
Além disso, misturam-se ao E-mail Marketing os chamados "Cavalos de Troia", alguns deles expedidos por provedores do exterior, principalmente da Europa Oriental e que nada mais são do que vírus maliciosos.
Penso que as agências de propaganda deveriam estabelecer novos critérios e buscar novas soluções para evitarem a prostituição deste mercado.
Infelizmente alguns e-mails (não sei dizer se são muitos ou poucos) foram premiados e caíram na “rede” de e-mails comercializados através de listagens ou cds, vendidos em qualquer camelódromo. Agora são “usados e abusados” por empresas, várias delas inidôneas, que empurram aos incautos promoções, terrenos, planos de saúde, spams para “atualização” de senhas bancárias”, ofertas mirabolantes, crédito a granel, “notificações” da Receita Federal, transações bancárias da Uganda, “intimações” policiais e tudo mais que a imaginação de gente picareta consiga inventar.
Para ampliar o leque da picaretagem, alguns destes e-mails são expedidos por siglas bombásticas, mistura de números, letras e códigos, jamais repetidos, tornando impossível o bloqueio no provedor.
Outro grande problema do E-mail Marketing é a incapacidade das agências de propaganda ou dos departamentos das empresas de prepararem imagens abertas, que mostram imediatamente qual o assunto e a proposta ou oferta. Cada vez que o receptor da mensagem se vê convidado a clicar para abrir o arquivo, uma sombra de desconfiança já começa a pairar e a maioria imediatamente deleta o arquivo.
Sim, o admirável mundo novo do E-mail Marketing ainda tem um longo caminho a trilhar.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Aprendendo a fazer xixi
(O comercial originalmente apresentado foi retirado do ar. Por que será?)
Estou embasbacado! A Rede Globo colocou no ar este comercial "ensinando" os brasileiros a não fazerem xixi nas ruas. Se eu contar isso aos europeus, eles não irão acreditar.
Pois a arte de fazer xixi nos locais corretos deveria ser ensinada em casa, pela família, como uma obrigação social. Pessoas normais sabem onde devem fazer xixi. Pelo menos eu assim supunha.
Provavelmente os próximos comerciais da Globo mostrarão onde se deve fazer cocô, como limpar as mãos após largar seus dejetos, como fazer sexo seguindo os "padrões globais", etc. e tal.
Deprimente! A educação brasileira vai de mal a pior!
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Há vida após os 80 anos
Este filme é um comercial para o TC Bank de Taiwan criado pela agência Ogilvy Taiwan, baseado em uma história real. Motivacional, o pequeno curta mostra a história de cinco amigos que se reúnem após a morte de um sexto amigo. Com uma média de idade de 81 anos, com problemas de saúde, vivendo das lembranças do passado e dos amigos que se foram, resolvem dar um basta na vida que levavam. Recuperam ou compram motos vintage que estavam encostadas, enfrentam seis meses de preparação física e empreendem uma viagem de moto de treze dias por 1.139 km para atravessar o país de norte a sul para reviver uma aventura, recuperar os sonhos perdidos e encontrar um novo sentido para a vida. Só o fato de permanerem amigos até essa idade, já é comovente.
A história é verdadeira, assim como os idosos presentes no comercial, que são os personagens verdadeiros.
(Com os agradecimentos à minha amiga Suely de Almeida Martins, SP)
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