Adoro cappuccino! Semanalmente lá vou eu em busca de um potinho para matar minha vontade.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Embalagens ilusionistas
Adoro cappuccino! Semanalmente lá vou eu em busca de um potinho para matar minha vontade.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Tá de brinqueichon uite me, Pelé?
Esta saiu no portal Acontecendo Aqui (SC): “Mais uma ação na rede que explora o lado comédia do treinador de futebol, Joel Santana. Desta vez é uma ação do xampu Heads&Shoulders da P&G que acontece num “talk show” pilotado por Joel entrevistando o Rei Pelé; este não consegue completar uma frase, numa alusão ao estilo Jô Soares de uns anos atrás, quando só ele falava nas entrevistas. O inglês do Joel Santana está cada vez mais brasileiro…”
O comercial foi criado pela Africa, agência de publicidade brasileira de Nizan Guanaes e que recebeu nesta segunda-feira o título de agência internacional do ano pela revista americana Advertising Age, considerada uma das mais importantes do setor. O comercial certamente ajudou a “faturar” o prêmio.
quinta-feira, 9 de maio de 2013
Propaganda, o negócio da alma
Neste Século XXI eu preferi alterar a frase e transformá-la em “a propaganda é o negócio da alma”. Pois hoje, nas grandes agências de propaganda, diferentemente dos publicitários da minha geração, existe a participação de profissionais com outra formação acadêmica além da publicitária, que trabalham ou colaboram na criação das caríssimas campanhas publicitárias. Somando-se à tradicional dupla redator-diretor de criação, além dos exímios profissionais nas áreas das novas tecnologias de imagem, som e comunicações, hoje são sociólogos, psicólogos, neurolinguistas, estudiosos da mente humana, pesquisadores de mercado, entre outros, que se ocupam com a identificação exata do consumidor ao qual se destina determinado produto. São especialistas que vasculham minuciosamente o perfil, gostos, desejos, idade, sexo, sentimentos ocultos das pessoas… e conseguem, figurativamente, até invadir as suas almas.
É muito difícil tecer uma avaliação sobre a criatividade publicitária ao longo dos tempos. Há case stories que marcaram época na publicidade brasileira. Desde os primeiros anúncios do Fusca, o garoto Bom Bril, o primeiro sutiã, os primeiros comerciais a cores… seria uma lista infindável e estafante colocá-la neste post. Há vários outros blogs que tratam do assunto. Vimos campanhas que introduziram novos conceitos, novos produtos, novos hábitos e costumes no consumidor brasileiro, na mesma velocidade da evolução tecnológica e científica – sem que a gente se desse conta da importância que isso representou.
Com o aumento da competitividade e da concorrência, aumentam cada vez mais as exigências em relação às agências de propaganda. Foi-se o tempo em que as empresas estabeleciam apenas pró-forma o percentual de verba para “despesas de publicidade”. Hoje, verba virou budget que é analisada cientificamente, destinando-se não mais às “despesas”, mas sim ao investimento publicitário. Cada produto tem suas peculiaridades, seu mercado específico e seu potencial de vendas antecipadamente analisado.
Se a frase feita continua sendo “a propaganda é a alma do negócio”, para os especialistas “a propaganda tornou-se o negócio da alma”. E cá entre nós, para as agências, “o negócio é a alma da propaganda”.
Imagem: www.stormy.org
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
quinta-feira, 4 de outubro de 2012
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
E-mail Marketing: condenado?
Em artigo publicado no site “Acontecendo”, de Santa Catarina – ao meu ver um dos melhores sites sobre publicidade no Brasil – a articulista Kedma Lage Carvalho procurou apresentar caminhos para produzir corretamente um e-mail marketing, que ela considera poderosa ferramenta de vendas.
Segundo Kedma, atualmente, 90% das empresas realizam ações de Marketing Digital, sendo 80% de e-mail marketing. Ela cita também estudo realizado pela SeeWhy Software, de maio de 2011, que indica e-mail marketing como a principal fonte de tráfego ao carrinho de compras de diversos sites de e-commerce nos Estados Unidos, com base em 60 mil transações concluídas.
Em seguida, a articulista sugere caminhos que, segundo ela, tornam extremamente eficientes as vendas de e-commerce, com baixo custo e alto retorno.
O site aceitou e publicou comentário que enviei a respeito do e-mail marketing. Que reproduzi a seguir:
Tudo indica que o E-mail Marketing está condenado. A absoluta falta de critérios (como apontados pela articulista), o crescimento geométrico desta recente forma de comunicação e o tempo cada vez mais curto dos receptores estão jogando literalmente na lixeira praticamente TODOS os e-mails que contenham qualquer insinuação publicitária. A remessa desordenada de e-mails que se escondem atrás de siglas inidentificáveis e codificadas dos remetentes, impedindo inclusive o bloqueio destes indesejáveis, está levando o consumidor a pesquisar de per si os produtos que almeja comprar, acessando diretamente as lojas virtuais e dispensando "recomendações", "ofertas", "promoções", etc., oferecidas por e-mails muitas vezes suspeitos.
Além disso, misturam-se ao E-mail Marketing os chamados "Cavalos de Troia", alguns deles expedidos por provedores do exterior, principalmente da Europa Oriental e que nada mais são do que vírus maliciosos.
Penso que as agências de propaganda deveriam estabelecer novos critérios e buscar novas soluções para evitarem a prostituição deste mercado.
Infelizmente alguns e-mails (não sei dizer se são muitos ou poucos) foram premiados e caíram na “rede” de e-mails comercializados através de listagens ou cds, vendidos em qualquer camelódromo. Agora são “usados e abusados” por empresas, várias delas inidôneas, que empurram aos incautos promoções, terrenos, planos de saúde, spams para “atualização” de senhas bancárias”, ofertas mirabolantes, crédito a granel, “notificações” da Receita Federal, transações bancárias da Uganda, “intimações” policiais e tudo mais que a imaginação de gente picareta consiga inventar.
Para ampliar o leque da picaretagem, alguns destes e-mails são expedidos por siglas bombásticas, mistura de números, letras e códigos, jamais repetidos, tornando impossível o bloqueio no provedor.
Outro grande problema do E-mail Marketing é a incapacidade das agências de propaganda ou dos departamentos das empresas de prepararem imagens abertas, que mostram imediatamente qual o assunto e a proposta ou oferta. Cada vez que o receptor da mensagem se vê convidado a clicar para abrir o arquivo, uma sombra de desconfiança já começa a pairar e a maioria imediatamente deleta o arquivo.
Sim, o admirável mundo novo do E-mail Marketing ainda tem um longo caminho a trilhar.
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Aprendendo a fazer xixi
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Há vida após os 80 anos
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Xô, cara da foice, xô!
terça-feira, 10 de maio de 2011
sexta-feira, 1 de abril de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Comercial censurado na Itália
Na Itália, a censura tirou do ar este novo comercial do Renault Twingo. O motivo: sedução entre 2 mulheres. Apenas a Sky havia aceitado veicular a propaganda.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Palestra na Academia de Letras de Ibiporã
Tive o prazer de, neste domingo, 28/11, ter sido convidado para apresentar uma palestra na Academia de Letras de Ibiporã, município vizinho a Londrina, PR.
Falei do que gosto: um enfoque sobre a história da propaganda no Brasil.
O tema despertou grande interesse, visto que a cidade fica distante dos grandes centros da atividade publicitária e de certa o enfoque forma se mostrou uma novidade para a maioria dos presentes. Houve intensa participação com perguntas e comentários, o que muito me gratificou.
Afinal, trabalhei em publicidade desde 1957 até 2008 e, junto com a história da propaganda brasileira, tenho muitas histórias e experiências pessoais para partilhar.
Falar sobre propaganda é sempre um enorme prazer.
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Outro comercial "cassado"
Veja só: o Ministério Público Federal instaurou inquérito civil público para investigar irregularidades neste comercial dos Correios veiculado em emissoras de televisão. protagonizado por Falcão, considerado o melhor jogador de futebol de salão e uma modelo, que tira a blusa em frente a várias crianças a pretexto de conseguir um autógrafo do craque.
Para o procurador da República Fernando de Almeida Martins, a participação das crianças, além de "imprópria e inconveniente", viola diversas leis brasileiras, entre elas o ECA, o CDC e a própria Constituição da República.
"A Constituição manda que se observe, na publicidade, o princípio do respeito peculiar da pessoa em processo de desenvolvimento. O CDC considera abusiva toda publicidade que se aproveite da deficiência de julgamento e experiência da criança e o ECA contém diversos dispositivos para a proteção dos direitos das crianças e do adolescente, no que diz respeito à sua integridade e valores", observa o procurador.
E você, o que pensa disso? O procurador está certo? O comercial é tão prejudicial assim para as crianças, que hoje estão cercadas de imagens erotizadas por todos os cantos?
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Comercial maluco de carro. Sai da frente!
O carro é o Mini. Mas o resultado, sem dúvida, é máxi! Parabéns às equipes de criação e produção!Uma das cenas é tão empolgante, que a repeti mais uma vez na sequência, para ser bem apreciada.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Publicidade enganosa... mui malandros!
Os dois apresentadores são muito caras-de-pau. Nem conseguiram disfarçar a malandragem. E não é necessário entender o idioma, aparentemente é rumeno. Trata-se de anunciar um afiador de facas, tesouras, etc. Preste atenção na hora em que a apresentadora passa a tesoura "afiada" para as mãos do colega. No Brasil, teriam cassado esse comercial em 24 horas.
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Péssima manhã
Comercial "moderninho" explorando os dissabores de um homem sozinho na cozinha. Há quem goste...


